terça-feira, 6 de abril de 2010

Introdução

A gente possui a certeza da nossa espiritualidade exacerbada, a gente sabe que nós somos totalmente especiais, somos as melhores pessoas do mundo entre si. Importante: entre si. Todos temos defeitos, sim, cheios de pecadinhos, mas entre si, somos quase perfeitos, semi-deuses. Até nos momentos que arriscamos a vida corporal, temos certeza da proteção espiritual.

Somos índigos.

Nosso epicentro é Rebeca. Nela e com ela nos encontramos, a partir dela nossas vidas se encontraram pra renascer de novo numa vivência superiormente interessante, em que cada momento unidos faz os minutos tomarem formas diversas de espaço, tempo e arte. Nosso encontro se dá por olhares, carinho, contato e o ingrediente principal, a verdade. É através da verdade que o nosso amor é construído, por se amar verdadeiramente na libertinagem e na liberdade. Antes de tudo, somos livres e ao contrário dos que pensam no senso comum, a liberdade nossa é o que une; e une todas nossas experiências em capítulos, minisséries, novelas e filmes que imitam a arte. Todo capítulo com uma aventura diferente e completamente importante para nutrir tanto encantamento; nada do que vivemos pode ser traduzido em palavras, prosas ou poesias, mas em mestiço amor. Nos amamos no beijo, no sexo, no carnaval, no carinho, nas palavras sinceras, nos banhos de mar e nos sonhos.

Mas estamos aqui para tomarmos espaços com nossas idéias, sentimentos e para tentar dividir com o mundo um pouco desse encanto dos meninos índigos.

Como numa receita bem feita de uma moqueca de ovo ou numa música, todos os ingredientes e todos os tons possuem extrema importância para compor nossa história que começou agora. Talvez nesse espaço descolado da realidade física podemos nos sentir muitas vezes no quarto de Beca, conversando amenidades, fumando, ouvindo Caetano e recebendo todo carinho de todo mundo, inclusive dela, agora distante de nós. Ou planejar nossa viagem pra La terra del tango, sempre ensaiando os passos com Kenio e guardando nosso dinheirinho num porcão ou numa latinha Iracema.

Eu amo vocês, espero que gostem!

6 comentários:

Nathalia Miranda disse...

me emocionei...
porra...

Rebeca disse...

Eu me emocionei demais também.
Amo muito vocês!
Você é linda Pó!
Quero meu quarto! Quero vocês!
Quero nosso cofrinho Iracema!
Quero nossa cama.
Quero nosso carinho!

Paulinha disse...

eu também quero!
mas podem postando coisas também viu
videos, fotos, besteiras
tudo!

Gabriel Lima disse...

Penso que somos descolados da realidade.
Eu te amo meninos índigos!

=*

iana disse...

Como postar algo diante dessa descrição perfeita?
É doido mesmo, como formamos essa relação tão forte, que mesmo distante, sem notícias, sem abraços... Basta estarmos juntos e é uma Alegria sem fim.

É uma delícia isso. Amo vocês!

Kenio disse...

Todos os poros contraem, a alma arrepia lendo isso pó! Meninos índigos, nosso grupo, partede nós, a parte mais intrínseca a nós, a mais verdadeira e intensa! eu amo MENINOS ÍNDIGOS